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Fundación Moncho Reboiras
para o estudo e a divulgación da realidade social e sindical na Galiza

10 estratexias de manipulación do poder mediático.

1. A estratexia da distracción. O elemento primordial do control social é a estratexia da distracción que consiste en desviar a atención do público dos problemas importantes e dos cambios decididos polas elites políticas e económicas, mediante a técnica do diluvio ou inundación de continuas distraccións e de informacións insignificantes. A estratexia da distracción é igualmente indispensable para impedir ao público interesarse polos coñecementos esenciais, na área da ciencia, a economía, a psicoloxía, a neurobioloxía e a cibernética. “Manter a Atención do público distraída, lonxe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sen importancia real. Manter ao público ocupado, ocupado, ocupado, sen ningún tempo para pensar; de volta a granxa como os outros animais (cita do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.

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Imperialismo afia as garras.

O secretário-geral da Aliança Atlântica, Anders Fogh Rasmussen, defende a permanência no Afeganistão «o tempo necessário para acabar o trabalho» e esclareceu que em 2011 «não haverá retirada de tropas ocidentais». As palavras do responsável da NATO foram proferidas num contexto de escalada da animosidade face à ocupação norte-americana do território.

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Escassez e Sobreprodução

A crise que se agudizou em 2008 coincide com a manifesta escassez não só do aprovisionamento de petróleo (principal fonte de aprovisionamento energético cujo nível de produção se mantém oscilante desde 2005 até a actualidade, com tendência para o retrocesso) mas também de numerosos produtos minerais insubstituíveis nas linhas de produção de inúmeros bens que se tornaram de consumo de massas (no mundo “desenvolvido”) e como tal também subjectivamente insubstituíveis.

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Enquanto crescem os lucros Patrões despedem trabalhadores.

Às vezes há quem fale com franqueza: «a única surpresa é que ninguém se surpreende pela falta de contratos de trabalho no sector privado. Só no mundo da propaganda da Câmara de Comércio é que as empresas existem para criar postos de trabalho. No mundo real, as empresas existem para criar lucros para os accionistas e não empregos. Por isso é que se chama capitalismo e não empregadorismo».

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Entrevista a Fidel Castro (Parte II)

HAVANA.— Ainda que não haja nada que denote nele qualquer mal-estar, acho que Fidel não vai gostar do que lhe vou dizer:

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Entrevista a Fidel Castro (Parte I)

Havana – Ele esteve quatro anos debatendo-se entre a vida e a morte. Um entra e sai da sala de cirurgia, entubado, recebendo alimentos através de veias e cateteres e com perdas freqüentes de consciência.

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Razóns pra unha folga.

Sen dúbida algunha hai motivos abondo pra que a clase traballadora vaia á folga o vindeiro 29 de setembro, xa que tanto as últimas medidas de aumento da presión fiscal, como a rebaixa dos salarios dos empregados públicos e a chamada contrarreforma laboral, significan unha substancial queda nas condicións de vida e un retroceso nos dereitos adquiridos. En concreto, a reforma laboral rebaixa as indemnizacións por despedimento improcedente e favorece a súa utilización arbitraria pola patronal (co falso argumento de que favorece unha maior contratación), e privatiza en boa medida o servizo de colocación. Pérdense en dias dereitos que custou décadas conseguir á través de duras loitas e complexas negociación.

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Os mapuches não são cubanos.

Se fossem cubanos, a greve de fome teria recebido a primeira página da “imprensa livre” de todo o mundo. Mas os mapuches não são cubanos.

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Este mundo da injustiça globalizada.

Começarei por vos contar em brevíssimas palavras um facto notável da vida camponesa ocorrido numa aldeia dos arredores de Florença há mais de quatrocentos anos. Permito-me pedir toda a vossa atenção para este importante acontecimento histórico porque, ao contrário do que é corrente, a lição moral extraível do episódio não terá de esperar o fim do relato, saltar-vos-á ao rosto não tarda.

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